
Para celebrar o “Novembro Azul”, campanha que dedica este mês do ano para a saúde masculina, a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) promoveu, nestas terça e quarta-feira (19 e 20) duas palestras voltadas para a saúde do servidor, respectivamente com os temas “Colaborador que se cuida aproveita o melhor da vida” e “Prevenção ao câncer de próstata”.

“Nós não temos o hábito de acompanhar as etapas da vida da gente. Dificilmente, nós ‘conversamos’ com o nosso corpo e saber pelo que ele vem passando. O nosso perfil ainda é o da preocupação com o físico. Com saúde em dia temos condições de sermos mais prestativos, colaborativos e contributivos com a sociedade. Vamos curtir o Novembro Azul como o mês que nos ajudará pelos outros 11 meses seguintes que virão pela frente”, disse o secretário de estado de Turismo e também médico, Adenauer Góes.
O palestrante, personal e especialista em qualidade de vida, Arari Marques, falou sobre o que é preciso para se ter o melhor da vida: “Saúde! Que é o bem-estar físico, mental e social, não meramente a ausência de doenças. Esta é a definição dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explicou
Marques destacou que a promoção de saúde “é o contínuo processo de habilitar as pessoas a aumentarem o controle e a qualidade de vida”. De acordo com ele, 53% da condição de saúde depende do estilo de vida que cada pessoa leva, 20% se deve ao meio ambiente, 17% a fatores genéticos de antecedentes familiares do indivíduo e somente 10% diz respeito à assistência médica.
Para um estilo de vida saudável, Arari Marques citou os cinco fatores necessários para que se tenha qualidade: “É um conjunto de comportamentos do indivíduo que envolve nutrição equilibrada, atividade física regular, qualidade das relações interpessoais, lazer e gerenciamento do stress”, aponta o especialista, ao enfatizar o fato que 70% da população mundial é sedentária e que um bom estilo de vida pode reduzir em 40% o risco de morte, conforme números da OMS.
Doença – O combate ao câncer de próstata - doença na qual ocorre o desenvolvimento de um tumor na glândula do sistema reprodutor masculino e que pode causar dor, dificuldade em urinar, disfunção erétil e outros sintomas - foi o tema do segundo dia de palestra, apresentado pela médica oncologista do Hospital Ophir Loyola, Clara Lima.
Ela destacou a importância da informação e que se rompa a barreira do preconceito para o exame de toque retal. Apontou ainda as três formas de tratamento da doença: cirurgia, radioterapia e a terapia hormonal. Sobre a prevenção, a oncologista destacou a importância de se manter uma alimentação saudável, não fumar, ser fisicamente ativo e consultas regulares ao médico.
Texto: Israel Pegado – Setur/PA
Fotos: Diana Nobre/Divulgação
