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Aeronave com a marca do Pará vem a Belém pela primeira vez

A aeronave modelo Airbus A320 da Azul Linhas Aéreas com a fuselagem adesivada pela logomarca “Pará, A obra-prima da Amazônia” vem ao Estado pela primeira vez, na tarde desta terça-feira (27), com previsão de pouso às 16h40, no Aeroporto Internacional de Belém, em Val de Cans. A iniciativa é fruto de uma ação de parceria entre a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e a companhia aérea com objetivo de promover o turismo paraense nos principais mercados emissores nacionais e internacionais. Um receptivo com membros do trade de turismo e imprensa foi preparado para o Salão VIP do aeroporto às 18h.

“Esta é uma ação importante, que na verdade é parte de um processo, no qual estamos cumprindo etapas, desde a estratégia do Governo do Estado em desonerar o ICMS do combustível de aviação para atração de voos internacionais até a promoção e divulgação do turismo. Hoje temos uma aeronave sobrevoando os céus do Brasil e também do exterior com a marca do Pará”, explica o secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes.

A aeronave, que está voando por toda a malha aérea nacional da Azul (SP, RJ, MG, RS, SC, GO, MT, DF, etc) e também já passou por outros países como Argentina, Uruguai e Guiana Francesa, ficará no pátio do aeroporto da capital paraense até 20h20, quando segue viagem com destino a Macapá (AP). A companhia com sede em Barueri (SP) tem ampliado sua base de operações no Pará, com várias rotas regionais, nacionais e até dois voos internacionais (Belém-Caiena e Belém-Fort Lauderdale) como parte de uma estratégia que visa fazer de Belém, futuramente, um hub aéreo da empresa na Região Norte.

Um Hub é o centro de logística de uma empresa aérea. É uma engenharia complexa que pode determinar o sucesso ou fracasso de uma companhia, englobando abastecimento de aeronaves, armazenamento e transporte de cargas, conexões de passageiros e distribuição de voos, a fim de reduzir custos operacionais e proporcionar ganhos de escala ao negócio da aviação. O aumento do número de passageiros, cargas e aeronaves demanda uma infraestrutura aeroportuária, compatível com a organização e ambição do destino, que tem o empresariado como principal operador e articulador do processo. A região escolhida tende a otimizar os serviços para quem chega, como táxis, restaurantes e hotéis. Com a capilaridade do sistema, a atratividade turística da região é expandida.

Texto: Israel Pegado

Foto: Ascom/Azul